MPS.Br Nível G
Por Carlos A. H. Poitevin*Continuando a seqüência de artigos abordando as questões básicas sobre o MPS.Br, vou escrever especificamente sobre o nível G e o que significa estar neste nível de maturidade.
O nível G também é denominado de Parcialmente Gerenciado. Um processo é denominado gerenciado quando ele é planejado, executado, medido e controlado. Os processos do nível G são parcialmente gerenciados porque as execuções dos processos são planejadas, executadas e controladas. As medições ainda são feitas de forma incipiente neste nível. Os produtos de trabalho gerados nas execuções, como por exemplo, planos de projetos e documentos de especificação de casos de uso, não sofrem um controle mais formal. Outra característica é que a organização ainda não precisa implementar os processos de Gerência de Configuração, Medição, Garantia da Qualidade, Gerência de Portfólio de Projetos e Aquisição que fariam com que ela pudesse ser considerada como Gerenciada.
O nível G é composto pelas áreas de processo de Gerência de Projetos e Gerência de Requisitos.
Segundo [SOFTEX, 2009a], o propósito do processo Gerência de Projetos é estabelecer e manter planos que definem as atividades, recursos e responsabilidades do projeto, bem como prover informações sobre o andamento do projeto que permitam a realização de correções quando houver desvios significativos no desempenho do projeto.
Na Softdesign a Gerência de Projetos teve avanços significativos no planejamento das atividades, no acompanhamento do andamento do projeto através do cronograma, no entendimento e na execução das tarefas executadas nos marcos e nas negociações com o cliente referentes a mudanças de escopo, prazo e custo.
O propósito do processo Gerência de Requisitos é gerenciar os requisitos do produto e dos componentes do produto do projeto e identificar inconsistências entre os requisitos, os planos do projeto e os produtos de trabalho do projeto. [SOFTEX, 2009a]
A Gerência de Requisitos, apesar de ser um processo de simples definição, representou uma mudança bastante interessante para a empresa. Apesar de já fazermos os levantamentos das necessidades do cliente e do software, ainda faltava estabelecer formalmente o compromisso entre o cliente e a empresa sobre a compreensão e correção dos requisitos fornecidos. A forma de tratar a mudança dos mesmos também foi outro ponto que trouxe mais transparência ao processo, pois foi possível medir e avaliar os impactos dessas mudanças. O estabelecimento da rastreabilidade bidirecional ajudou nesta avaliação de impacto e no desenvolvimento e na aplicação de testes.
Outro grande benefício foi o estabelecimento de uma cultura para melhoria de processos. Hoje a empresa possui um grupo de melhoria, denominado GEPS (Grupo de Engenharia de Processos de Software) que trabalha de forma estruturada e atua criticamente na definição dos processos e ferramentas utilizados.
Finalmente, para a Softdesign a obtenção do nível de G do MPS.Br significa dar mais um passo na sua visão de ser um centro de excelência em consultoria e desenvolvimento de sistemas, para seus colaboradores a qualificação e valorização das suas carreiras e para os seus clientes o compromisso com a qualidade dos produtos adquiridos.
Referências Bibliográficas
[SOFTEX, 2009a] - ASSOCIAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA EXCELÊNCIA DO SOFTWARE BRASILEIRO – SOFTEX. MPS.BR – Guia Geral:2009, maio 2009. Disponível em www.softex.br
Para saber mais:
(Chrissis, 2003) Chrissis,M.B., Konrad,M, Shrum,S. CMMI: Guidelines for Process Integration and Product Improvement, Addison-Wesley, 2003
O nível G também é denominado de Parcialmente Gerenciado. Um processo é denominado gerenciado quando ele é planejado, executado, medido e controlado. Os processos do nível G são parcialmente gerenciados porque as execuções dos processos são planejadas, executadas e controladas. As medições ainda são feitas de forma incipiente neste nível. Os produtos de trabalho gerados nas execuções, como por exemplo, planos de projetos e documentos de especificação de casos de uso, não sofrem um controle mais formal. Outra característica é que a organização ainda não precisa implementar os processos de Gerência de Configuração, Medição, Garantia da Qualidade, Gerência de Portfólio de Projetos e Aquisição que fariam com que ela pudesse ser considerada como Gerenciada.
O nível G é composto pelas áreas de processo de Gerência de Projetos e Gerência de Requisitos.
Segundo [SOFTEX, 2009a], o propósito do processo Gerência de Projetos é estabelecer e manter planos que definem as atividades, recursos e responsabilidades do projeto, bem como prover informações sobre o andamento do projeto que permitam a realização de correções quando houver desvios significativos no desempenho do projeto.
Na Softdesign a Gerência de Projetos teve avanços significativos no planejamento das atividades, no acompanhamento do andamento do projeto através do cronograma, no entendimento e na execução das tarefas executadas nos marcos e nas negociações com o cliente referentes a mudanças de escopo, prazo e custo.
O propósito do processo Gerência de Requisitos é gerenciar os requisitos do produto e dos componentes do produto do projeto e identificar inconsistências entre os requisitos, os planos do projeto e os produtos de trabalho do projeto. [SOFTEX, 2009a]
A Gerência de Requisitos, apesar de ser um processo de simples definição, representou uma mudança bastante interessante para a empresa. Apesar de já fazermos os levantamentos das necessidades do cliente e do software, ainda faltava estabelecer formalmente o compromisso entre o cliente e a empresa sobre a compreensão e correção dos requisitos fornecidos. A forma de tratar a mudança dos mesmos também foi outro ponto que trouxe mais transparência ao processo, pois foi possível medir e avaliar os impactos dessas mudanças. O estabelecimento da rastreabilidade bidirecional ajudou nesta avaliação de impacto e no desenvolvimento e na aplicação de testes.
Outro grande benefício foi o estabelecimento de uma cultura para melhoria de processos. Hoje a empresa possui um grupo de melhoria, denominado GEPS (Grupo de Engenharia de Processos de Software) que trabalha de forma estruturada e atua criticamente na definição dos processos e ferramentas utilizados.
Finalmente, para a Softdesign a obtenção do nível de G do MPS.Br significa dar mais um passo na sua visão de ser um centro de excelência em consultoria e desenvolvimento de sistemas, para seus colaboradores a qualificação e valorização das suas carreiras e para os seus clientes o compromisso com a qualidade dos produtos adquiridos.
* Carlos Poitevin é Bacharel em Informática pela PUC-RS, Especialista em Melhoria de Processos pela UFLA-MG, Certificado na área de testes CBTS-ALATS e CTFL-ISTQB. Responsável pela coordenação da área de Metodolgia Infraestrutura e Pesquisa da SoftDesign.
Referências Bibliográficas
[SOFTEX, 2009a] - ASSOCIAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA EXCELÊNCIA DO SOFTWARE BRASILEIRO – SOFTEX. MPS.BR – Guia Geral:2009, maio 2009. Disponível em www.softex.br
Para saber mais:
(Chrissis, 2003) Chrissis,M.B., Konrad,M, Shrum,S. CMMI: Guidelines for Process Integration and Product Improvement, Addison-Wesley, 2003

0 comentários:
Postar um comentário